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A revolução dos hábitos e da alma tem enorme impacto nos mercados, nas empresas e nas marcas

 
“Muito além da intensa revolução tecnológica que transforma o dia a dia, vivemos uma revolução humana, da alma, dos hábitos. 
 
No mundo de tantas ofertas e supervalorização do dinheiro, as pessoas redirecionam suas bússolas para o natural e o essencial. Não estamos comendo pílulas em naves voadoras, como ficções nada científicas projetavam. A comida do futuro é orgânica. O carro do ano é a bicicleta. 

As pessoas estão cada vez mais preocupadas em comer e em dormir livres de substâncias químicas. Diante de demandas incessantes da rotina hiperconectada, a solução é desconectar. 
 
Estudos multidisciplinares realizados pelas melhores universidades do mundo apontam que a maneira mais eficiente de fazer as tarefas é gastar menos tempo fazendo tarefas. 
 
Uma série de ações disruptivas – como atividade física e pequenas sonecas durante a jornada, sono mais prolongado à noite, paradas momentâneas no trabalho para renovação de ares e pensamentos – aumenta o desempenho profissional e a saúde. É o que alguns chamam de renovação estratégica, exemplificada pelos “nap pods” – casulos para sonecas instalados em empresas como o Google. 
 
Nós não temos o poder de aumentar as horas do dia para atender às novas demandas do mundo, mas podemos aumentar a nossa energia. Tanto física quanto espiritual. Enquanto o nosso tempo é finito, nossa energia é renovável. 

(…) 
 

 

Existe uma revolução em curso. Ela transforma o ser humano com ritos de passagem que conheço em primeira mão. Já fui fumante e deixei de fumar, já fui gordo e desleixado, mas hoje cuido da alimentação e pratico atividade física – aliás, seguindo o exemplo e o conselho dos grandes líderes empresariais que conheço. 

Sim, é possível mudar. Tudo está mudando. 
 
A revolução dos hábitos e da alma tem enorme impacto nos mercados, nas empresas e nas marcas. Todos terão que entender e aderir, melhor cedo do que tarde. 
 
Exemplo emblemático é a Whole Foods, varejista americana que vende comida orgânica e natural, uma espécie de Apple ou Samsung da comida. 
 
Assim como Steve Jobs mudou nossa forma de consumir tecnologia e entretenimento, John Mackey, um dos fundadores da Whole Foods, quer mudar a forma como consumimos comida, rompendo hábitos de alimentação que podem estimular doenças mortais como câncer e cardiopatias. 
 
Entre os objetivos declarados da Whole Foods em suas mais de 300 lojas espalhadas por EUA, Canadá e Reino Unido, estão: vender produtos orgânicos e naturais da mais alta qualidade; satisfazer e encantar os clientes; apoiar a excelência e a satisfação dos funcionários; cuidar das comunidades e do ambiente; criar parcerias ganha-ganha com todos os “stakeholders”. 
 
Seu lema é comida saudável, pessoas saudáveis, planeta saudável. 
 
É nessa linha que o mundo caminha. Como diz o Buda, ninguém pode nos salvar a não ser nós mesmos.”
 
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Muito bom esse texto… 
 
Trechos do artigo (sensacional!) do publicitário e colunista do Jornal Folha de São Paulo Nizan Guanaes
 
Aos interessados, o artigo completo AQUI

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