Escolha uma Página

Nos jornais, na TV, na internet… As notícias não mudam, as chuvas não cessam e os estragos se multiplicam.
O céu derrama sem parar.
Incrédula, acompanhei nos últimos dias a imprensa brasileira (e internacional) noticiar a maior tragédia climática da história do Brasil.
Prejuízos e mortes em dezenas de cidades.

E neste início de semana as cenas se repetem.

A chuva não dá trégua.

Imagens feitas de helicópteros impressionam. Do alto, é possível ver a destruição causada pela chuva.
É muita dor, sofrimento. Muitas perdas. Quantas perdas… Casas, praças, igrejas, ruas, vidas…
Cidades alagadas.
Tantos lugares destruídos…
Várias famílias abandonaram suas moradias com medo de uma tragédia maior, outros resistem e se arriscam.
As chuvas também prejudicam o fornecimento de serviços básicos. Muitos bairros permanecem sem luz, água e a comunicação por telefone é limitada.
Desta vez, regiões dos estados de São Paulo, Minas e Rio foram as mais afetadas. Até o lugar onde o maestro Tom Jobim compôs “Águas de Março” não foi poupado. A casa, localizada dentro do sítio Poço Fundo, na serra fluminense, foi destruída.
Antes da tragédia dos últimos dias, cidades já tinham sofrido por causa do mau tempo. Todo ano, todo verão a história se repete… Por que então não prever?
As chuvas, inevitáveis, poderiam produzir menos óbitos, desabamentos e transtornos. Medidas preventivas deveriam ter sido tomadas para diminuir os estragos provocados pelos temporais. A remoção da população residente em áreas vulneráveis é uma delas. O poder público não controla de maneira eficiente a ocupação dessas áreas. Um risco. A natureza reage de forma cada vez mais violenta às insanas alterações que temos provocado no planeta.
Cada cidadão também tem sua responsabilidade.
É preciso agir, mudar posturas, iniciar políticas de longo prazo.
Poupados da tragédia, cada um de nós devemos fazer nossa parte. Seja na educação cidadã, na arte de viver em coletividade, na consciência ambiental, no acompanhamento dos trabalhos daqueles que ajudamos a eleger, na solidariedade emergencial. – Solidariedade demonstrada de maneira concreta através de doações de várias pessoas, de vários lugares. Exemplos que devem ser seguidos. Luan Santanta, um artista jovem que faz sucesso, tinha um show agendado em Nova Friburgo, em fevereiro. Ele fez uma doação que ultrapassou 20 toneladas, entre água e alimentos. Eu, particularmente, não sou fã do cantor, mas me tornei fã do ser humano Luan. Iniciativa que serve de exemplo e estimulo para todos! Ajude também.
Doe: água, alimentos, produtos de higiene pessoal, roupas, móveis.
Doação de sangue também se faz necessária!  
Se cidades do Rio ou Minas estão longe de você, olhe para sua região! Independente do estado brasileiro onde vive, deve ter muita gente precisando de ajuda! E ajudar, só depende de você! 

Pin It on Pinterest

Share This