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Política é algo complexo, e por mais que muitos sejam indiferentes, não tem como fugir. Em tempos de eleições, confesso que fico obcecada pelo assunto e, ao contrário de muita gente, não consigo achar graça no humor patético de alguns candidatos!

E se o contexto for ficha suja… nem água sanitária é capaz de tirar o encardido.

O que me espanta são o(S) fichas sujas com grande número votos: Paulo Maluf, Beto Mansur, Francisco Rossi, Jader Barbalho… Todos tiveram votação significativa. Dá para acreditar?! Tantas escolhas incorretas.

A justiça ainda não estabeleceu o ficha limpa, e nós? – pelo resultado das urnas, acho que também não!

Definitivamente o absurdo me incomoda.

O que dizer do palhaço Tiririca… Pior ainda é a “ajudinha” dada por ele a outros candidatos que deveriam ter sido extintos da política.

E já que o assunto é vitória nas urnas aqui vão mais alguns nomes: Romário, Bebeto, Myrian Rios, Wagner Montes, Roberto Dinamite… tá bom ou quer mais?

(in)felizmente não é o fim, apenas o começo de outras eleições, de outros abestados que virão por aí.

A decepção é quase inevitável.

E olha que a “Justiça” e os candidatos não são os únicos responsáveis. Coube a você escolher, coube a você votar?

Amanhã o congresso vira circo. Compreensível, não?

Consciência cívica do voto, consciência política, critério, responsabilidade… O que significam essas coisas mesmo?

“O Brasil não merece o Brasil. O Brasil ta matando o Brasil” compôs profeticamente Aldir Blanc.

Algo me consola: Batoré, Vampeta, Marcelinho Carioca, Dinei, Frank Aguiar, mulher pêra, mulher melão, Raul GilJr, Kiko KLB, Leandro KLB, Maguila, Netinho e até minha “chara” Tati quebra barraco (ai que vergonha!), e tantos outros, não conseguiram se eleger! Em compensação, outros tantos…

Obviamente, detesto autoflagelo.

O que você fez com o seu voto? E o que eles vão fazer com o cargo que você ajudou a dar a eles?

O circo está montado.

Nossa realidade é essa. E a realidade, por vezes, é algo desprezível.

Antes de me despedir, resta apenas lembrar que o ato de democracia de cada cidadão não termina na urna. A partir de agora, cabe a você acompanhar o trabalho daqueles que ajudou a eleger!

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