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Ser jornalista e ser arrogante são coisas que definitivamente não combinam. São mais ou menos como a praia e a chuva. O Flamengo e a vitória. O tchu-tcha-tcha e a boa música. O político corrupto no Brasil e a cadeia. O Caetano Veloso e a explicação fácil. A gordura trans e o coração. O José Sarney e a alternância de pudê. A Rita e a Carminha. Os motoboys e o retrovisor do meu carro velho. A Igreja Católica e a camisinha. O Assad e a humanidade. A Globo e a Record. As campanhas eleitorais e o debate em alto nível. Panicat e roupa. A reforma ortográfica e o trema. O Paulo Coelho e a boa literatura. A minha geladeira e a superlotação de comida. O Faustão e o bom gosto pra camisa. O celular ligado e o teatro. O Mano Menezes e a minha paciência. O paletó preto e a caspa. A vida depois dos 30 e as brincadeiras de criança. As modelos magérrimas e o rodízio de pizza. O casamento e a vida sexual intensa. A feijoada e o controle da emissão de poluentes. As torcidas de futebol e a civilidade. O beijo e o bafo. O trânsito de São Paulo e a meditação transcendental. O trabalho árduo e o Congresso Nacional. A felicidade e a segunda-feira. A vida e a falta de humor.

Deu mais ou menos para entender?

Fonte:
httpssssss://desilusoesperdidas.blogspot.com.br/2012/07/sobre-o-jornalista-que-se-acha-o-tal.html

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